Saímos de Belo Horizonte no dia 29 de março para uma semana de gravações em Buenos Aires. Chegamos ao aeoporto internacional de Ezeiza e a primeira providência foi procurar uma casa de câmbio. Neste momento tive a sensação que nossa moeda é muito forte. Troquei R$ 700,00 por $1.240,00 pesos argentinos. Sensação passageira em decorrência do preço das coisas em Buenos Aires. Não podemos esquecer que estamos na capital federal do país e numa cidade que comporta um grande número de turistas.
Do aeroporto fomos para nosso apartamento localizado bem no centro de Buenos Aires. A boca da encrenca se encontra na Av. Corrientes 1844. Depois de algum tempo esperando o dono do apartamento, eu, Tiago, Terence e Falabela nos instalamos. Fomos comer no Bar Ramos, na mesma avenida e experimentamos a carne vermelha e o bom vinho argentino. Começa a noite e as filas dos teatros da Av. Corrientes começam a ficar grandes. A noite de Buenos Aires é uma loucura. Várias pessoas pelas ruas, deslocando, bebendo, frequentando os espetáculos. Elas vivem a cidade, de dia e à noite. Fomos para casa com uma combinação de cervejas. Quilmes Crisal, Quilmes Bock, Stella Artrois e Budweiser, todas de um litro e a $2,70. Detalhe que cada cerveja dessa num bar custa de $10,00 a $15,00.
No dia 30 de março fomos direto para San Telmo. Um bairro para turistas, cheio de história, músicos, dançarinos e artistas fazendo peripécias pelas suas ruas anconchegantes. Na Praça Dorrego encontra-se uma feira de antiguidades com gramofones, móveis, relógios, garrafas de soda e tudo quanto é velharia que se possa imaginar. Depois de fazer umas boas fotos, caminhamos até a Praça de Maio. É lá que fica a Casa Rosada, Centro Administrativo do Governo Federal e palco de uma série de manifestações. No meio do caminho uma cena muito engraçada. Três portenhos tocando samba numa rua completamente vazia. Mucho loco.
Da praça a caminhada continua até a Estação Catedral. De lá pode-se ter acesso às 5 linhas de metrô, conhecidos como subte. Direto para Palermo em outra feira de artesanato. Dessa vez, optei em tomar um vinho em vez de ficar andando. E a música independente? Aonde está?
Do aeroporto fomos para nosso apartamento localizado bem no centro de Buenos Aires. A boca da encrenca se encontra na Av. Corrientes 1844. Depois de algum tempo esperando o dono do apartamento, eu, Tiago, Terence e Falabela nos instalamos. Fomos comer no Bar Ramos, na mesma avenida e experimentamos a carne vermelha e o bom vinho argentino. Começa a noite e as filas dos teatros da Av. Corrientes começam a ficar grandes. A noite de Buenos Aires é uma loucura. Várias pessoas pelas ruas, deslocando, bebendo, frequentando os espetáculos. Elas vivem a cidade, de dia e à noite. Fomos para casa com uma combinação de cervejas. Quilmes Crisal, Quilmes Bock, Stella Artrois e Budweiser, todas de um litro e a $2,70. Detalhe que cada cerveja dessa num bar custa de $10,00 a $15,00.
No dia 30 de março fomos direto para San Telmo. Um bairro para turistas, cheio de história, músicos, dançarinos e artistas fazendo peripécias pelas suas ruas anconchegantes. Na Praça Dorrego encontra-se uma feira de antiguidades com gramofones, móveis, relógios, garrafas de soda e tudo quanto é velharia que se possa imaginar. Depois de fazer umas boas fotos, caminhamos até a Praça de Maio. É lá que fica a Casa Rosada, Centro Administrativo do Governo Federal e palco de uma série de manifestações. No meio do caminho uma cena muito engraçada. Três portenhos tocando samba numa rua completamente vazia. Mucho loco.
Da praça a caminhada continua até a Estação Catedral. De lá pode-se ter acesso às 5 linhas de metrô, conhecidos como subte. Direto para Palermo em outra feira de artesanato. Dessa vez, optei em tomar um vinho em vez de ficar andando. E a música independente? Aonde está?
No caminho, uma surpresa.
